A holding patrimonial não é solução mágica
Muita gente ouve falar de holding patrimonial como se fosse um atalho automático para pagar menos imposto, proteger bens
e resolver sucessão. Essa visão é simplista demais.
A holding pode ser uma excelente ferramenta quando existe patrimônio relevante, necessidade de organização societária,
preocupação sucessória e contexto que justifique a estrutura. Fora disso, ela pode virar só mais uma camada de custo e burocracia.
O ponto central não é “ter holding”. O ponto central é saber se ela faz sentido para o seu caso.